Figurino

Veja-se na Arte (2011)

Curta de Ficção.
Direção: Fernanda Ferrari
Figurino:Ariane Oliveira e Simone Nascimento.



A Obra audiovisual tem como tema à “Valorização da Arte”, é uma produção do Instituto Criar de Tv, Cinema e Novas Mídias, realizada durante o Trabalho de Conclusão de Curso da Turma VII , em 2011. Construída coletivamente por educandos do Instituto, passou por diversas etapas, que foram desde a construção da proposta, roteiro, pré-produção, filmagem e pós-produção. Cada educando trabalhou em sua área de formação, construindo assim seus Trabalho de Conclusão de Curso.
A história se passa em um teatro, onde um grupo de artistas se prepara para mais um espetáculo.
Os figurinos foram inspirados na Peça de Nelson Rodrigues "O Beijo no Asfalto", mesclados à arte circense, que foi trazida para os personagens com a palheta nas cores "áridas", inspiradas no nordeste brasileiro, com técnicas de envelhecimento.
Dividida em dois momentos a Obra aborda a desvalorização e a valorização da arte, com elementos simbólicos trazidos por meio do figurino, objetos entre outros . No primeiro momento os figurinos estão desgastados e empoeirados , como todo o resto do teatro e seus objetos. No segundo momento o ator principal sofre uma mudança e suas vestimentas ficam novas, limpas e em perfeito estado.





Personagem Principal



“ O Beijo no Asfalto”: Arandir
Simbologia Circense: Apresentador


Coadjuvantes





“ O Beijo no Asfalto”: Selminha
Simbologia Circense: A donzela




“ O Beijo no Asfalto”: Repórter
Simbologia Circense: Bufão



“ O Beijo no Asfalto”: Aplígio
Simbologia Circense: Mágico



“ O Beijo no Asfalto”: Dona Judith
Simbologia Circense: Trapezista




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Seres Imaginários




Orientação e Coordenação: Joana Imparato.
Criação e desenvolvimento: Ariane Oliveira.
Direção do curta-metragem: Olindo Estevam.
O exercício "Seres Imaginários", consiste na leitura, interpretação e criação de um conto tendo como inspiração o "Livro dos Seres Imaginários" de Jorge Luis Borges. O processo teve como etapas a criação de um conto, desenvolvimento da personagem com características físicas e emocionais, ambiência, croqui, desenho técnico e confecção. Também foi desenvolvido um curta-metragem, que narra e apresenta os personagens imaginários.

O Ser criado foi Manshelar uma criatura divina e sagrada para uma determinado povoado.









História

Manshelar

Manshelar é filha da natureza e de forças naturais inimagináveis. sua pele é marrom
como terra, seus olhos são brancos, sua boca é verdade, seu nariz é comprido, feito de
madeira e galhos de árvore.
Reencarna na terra em forma física de 100 em 100 anos nesse intervalo vive outro
pano para alcançar mais sabedoria e plenitude segundo os povos barachchianos. É
considerada pelo seu povo o equilíbrio da terra, e sendo assim sua missão é zelar por
esse ornato. Se algum ser vivo não cumprir seu papel e ultrapassar seus limites no
espaço, será punido severamente, em alguns casos serão mortos, em outros com erros
mais graves, perderá sua essência, sentimentos e emoções necessárias a tua espécie.
Manshelar é sempre generosa, cura, alimenta e da vida. Mas se sente necessidade
daquele ser e se o mesmo já havia cumprido sua missão, tomada de volta o que foi
dado, com avisos prévios ou mesmo sem avisar.
Muitas das vezes esse ato não é visto como um método de manter o equilíbrio, para
parte dos barachianos. Manshelar faz mau uso do poder que lhe foi dado. Costumam
dizer que ela não é confiável pois ninguém sabe ao certo sobre sua personalidade, ela
não nos deixam conhecê-la.
Os fieis dizem que ela é soberana, e que são seres inferiores a ela e dão por isso a falta
de contato.
Por fim, ninguém sabe ao certo sobre Manshelar.